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sábado, 26 de junho de 2010

Mito ou verdade: precisa desfragmentar discos que rodam o Linux?

Você já desfragmentou o disco do seu computador? Se o sistema operacional que utiliza é o Windows, certamente já teve que utilizar algum desfragmentador.
Mas e o Linux, não precisa desfragmentar? Bom, com o Linux a coisa é um pouco diferente, mas isso não quer dizer que nunca precisará realizar esta tarefa.
Para entender melhor o assunto tratado neste artigo, é recomendado que você leia antes algum material sobre desfragmentação de discos. O Portal Baixaki possui dois ótimos artigos a respeito: “Desfragmentação de disco: por que fazer e como ocorre?” e “Guia completo sobre desfragmentação de disco”. Vale a pena conferir e ficar por dentro do assunto!
Desfragmentação no Linux?
Há tempos existe uma discussão quanto ao fato de precisar ou não desfragmentar discos que abrigam sistemas Linux. Existem usuários que defendem com todas as forças a ideia de que o sistema operacional do pinguim não requer desfragmentação frequente devido ao fato de os usuários não conseguirem copiar e colar arquivos em qualquer pasta do sistema.
Copiar e colar nem sempre é permitido
No entanto, existe também o outro lado da moeda, ou seja, os usuários que dizem ser necessário desfragmentar todo e qualquer disco, independente do sistema operacional utilizado. Mas afinal, quem está certo?
Os dois lados da história
Na verdade, ambas as visões estão corretas de alguma maneira. De fato, não é qualquer usuário que consegue copiar arquivos para dentro das pastas do sistema, é preciso ter a senha de acesso do chamado “super usuário” (root) para isso.
Além de proteger os arquivos principais, essa restrição de acesso faz com que apenas a pasta pessoal dos utilizadores do sistema fique desfragmentada. Como os arquivos ali contidos normalmente nada têm a ver com o núcleo do SO, não afetam em nada o desempenho do computador.
Lentidão? Pode ser que o disco esteja fragmentadoO sistema de arquivos utilizado pelo Linux também ajuda para que a desfragmentação do disco não seja tão grande. Isso porque a forma com a qual o sistema operacional do pinguim gerencia a movimentação de arquivos (copiar, colar, criar, recortar e excluir) evita que lacunas sejam criadas no disco, exceto quando o HD está muito cheio.
Embora a fragmentação das pastas pessoais não afete diretamente o sistema, ela pode ser responsável pela demora na abertura de arquivos e documentos, por exemplo.
Nesse caso sim é preciso fazer alguma coisa para organizar o disco novamente e diminuir o esforço mecânico do HD na hora de ler algum arquivo ou acessar um diretório na sua pasta.
Como desfragmentar o disco no Linux?
Não é difícil encontrar na internet comandos que permitam a desfragmentação do disco no Linux. O Baixaki escolheu dois algoritmos feitos em Perl. O primeiro deles permite que o usuário saiba quão desfragmentada está a sua pasta pessoal ou qualquer outro diretório do computador.
O segundo algoritmo, por sua vez, realiza a tarefa de desfragmentar o disco e tornar o acesso aos arquivos mais veloz. Confira abaixo o passo a passo de como utilizar esses algoritmos sem problemas.
Analisando a pasta pessoal do sistema
  1. O primeiro passo na análise do disco é baixar os algoritmos necessários. Abra uma janela do Terminal e digite o seguinte comando:



    $ gedit defragmentation.pl &
  2. Uma janela do editor de texto padrão do Linux será exibida. Copie e cole o código presente neste link para dentro do arquivo criado. Salve as alterações feitas e feche a janela.

  3. Agora é preciso tornar este arquivo PL um executável. Para isso, digite o seguinte comando:



    $ chmod +x defragmentation.pl
  4. Para executar o arquivo e verificar como está a fragmentação da sua pasta, utilize o comando:



    $ sudo ./fragmentation.pl /home/USUARIO*

    *Subtitua USUARIO pelo seu nome de usuário no sistema.
  5. Pronto! O resultado da análise é exibido no próprio Terminal, como mostra a imagem abaixo.
Resultado do primeiro algoritmo
Desfragmentando a pasta
  1. Os passos para desfragmentar uma pasta são bem parecidos com os listados acima. Primeiro é preciso criar um arquivo chamado defrag.pl e copiar o código presente neste link para dentro dele, salvando as alterações realizadas logo em seguida.

  2. Novamente, é preciso tornar o documento PL um executável. Basta digitar o comando abaixo no Terminal para que isso aconteça.



    $ chmod +x defrag.pl
  3. Feito isso, finalmente é hora de executar o arquivo e deixar que ele faça todo o trabalho pesado organizando as pastas e arquivos presentes no seu diretório pessoal. Para isso, utilize o comando abaixo:



    $ sudo ./defrag.pl /home/USUARIO*

    *Subtitua USUARIO pelo seu nome de usuário no sistema.
O processo de desfragmentação pode levar algum tempo. Tudo depende da quantidade de arquivos presentes na pasta pessoal e também quanto eles ocupam de espaço no disco. Uma mensagem será exibida no Terminal quando o processo for concluído, por isso fique de olho.
Apenas para lembrar
Embora não seja muito comum usuário do Linux desfragmentarem o disco, às vezes esse procedimento pode ser necessário. Se ao executar o arquivo defragmetation.pl o número de arquivos não contínuos for muito grande, é recomendado que a desfragmentação seja realizada.
Fique de olho! Às vezes você pode estar sofrendo com lentidão para abrir um documento devido à fragmentação dos arquivos. A solução é bem simples e pode facilitar muito a vida dos usuários.

Instalar drivers proprietários no Ubuntu é fácil!

Durante muito tempo era quase impossível para o usuário comum – sem grandes conhecimentos de programação e linhas de comando – instalar novas peças em um computador usando o Linux.

Conflitos, e até mesmo a ausência, de drivers e a demora da comunidade de código livre em desenvolver os softwares controladores apropriados transformavam em missão ingrata a utilização de uma placa de vídeo ou uma antena Wi-Fi em máquinas rodando o sistema do pinguim.

Até recentemente era comum um usuário ter problemas com um netbook que não conseguia se conectar a internet graças à falta do reconhecimento do dispositivo, por exemplo.

O mesmo pode ser dito de computadores montados peça a peça – como os PCs de jogos normalmente são -, que dificilmente tinham todo o hardware reconhecido pelo sistema, quando o Linux era instalado.

Novidade bem-vinda

Quando o usuário instala o Lucid Lynx e inicia a máquina nesse sistema pela primeira vez, caso exista algum dispositivo que requeira um driver proprietário (aquele que não é open source), o próprio Ubuntu avisa que existe a necessidade – para aproveitar o potencial máximo da peça – de instalar a configuração oficial.

Instalar drivers proprietários no Ubuntu é fácil e rápidoO processo – seja uma máquina já montada que está recebendo o Ubuntu ou um PC com o Lucid Lynx que ganhou um “brinquedinho novo” – para instalar um driver proprietário é simples, e a parte pesada é toda feita pelo sistema operacional. Ao usuário só é necessário escolher o driver mais indicado para o seu hardware e aguardar poucos instantes.

Um passo

A primeira coisa a fazer é acessar o painel de configurações do Ubuntu onde estão localizados os drivers. Para isso, no menu do sistema selecione “Sistema”, indo para a seção “Administração” e selecionando o comando “Drivers de hardware”.

O painel aberto apresenta os drivers proprietários – ou de terceiros – disponíveis para a peça que você instalou. Na imagem abaixo você confere que o computador com Ubuntu aqui do Baixaki usa uma placa de vídeo NVIDIA, que exige – para seu funcionamento ideal – um controlador de dispositivo da fabricante.

Drivers NVIDIA instalados e recomendados pelo Ubuntu par ao PC Linux do Baixaki

Caso o seu equipamento também exija um driver, a lista o exibe automaticamente, graças às melhorias no reconhecimento de hardware da versão 10.04 Lucid Lynx. A partir daí, tudo acontece – praticamente – sozinho. Depois de escolher o driver e clicar em “Ativar”, aguarde o download e a instalação do controlador.

O painel de controle de drivers também está disponível na versão 9.10 Karmic Koala do Ubuntu, porém o "plug and play" ao se iniciar o computador pela primeira vez não acontecia na versão anterior ao Lucid Lynx.

É isso aí

Dependendo do hardware que você instalou, é possível que o hardware já esteja ativo e configurado. Como para este tutorial foi utilizada a placa de vídeo, é necessário reiniciar o computador antes de poder aproveitar ao máximo a qualidade gráfica proporcionada pela peça acompanhada de seu driver correto.

Dependendo do driver, pode ser necessário reiniciar o computador após a instalação

A facilidade e velocidade com que esse tipo de instalação passou a ser feita na nova versão do Ubuntu é mais uma prova de que o software de código livre pode sim competir com os grandes programas pagos, inclusive na função mais essencial: gerenciar um computador inteiro.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Linux no Desktop



Montar um escritório todo baseado em software livre nunca foi tão fácil! É só seguir os passos e instalar todos os aplicativos do sistema operacional do pingüim no seu computador.

Capítulos do Curso:
* Instalação
* KDE
* Impressora
* Banda larga
* Internet via linha discada
* Firewall
* Antivírus
* Backup
* Firefox
* E-mail
* Anti-Spam
* Mensagens Instantâneas
* Skype
* Media Player
* Gravação de CD e DVD

Estilo: Curso
Fabricante: Editora Abril
Tamanho: 60 Mb
Formato: Rar / Iso
Idioma: Português
Download

Configurando Um servidor Completo em Linux



Tam: 2mb Download

PC&CIA Linux: Ideal para Técnicos de Manutenção em Computadores



O que é o PC&CIA Linux
É uma distribuição totalmente desenvolvida a partir do Gentoo Linux. Uma excelente ferramenta criada para profissionais envolvidos no ramo de manutenção de computadores, O CD contém um sistema operacional com as principais ferramentas para diagnósticos e testes. Rodando totalmente na memória RAM sem mesmo tocar no HD a não ser que se queira.

Mesmo quem não é expert em Linux pode testar a máquina com toda a liberdade, sem correr o risco de apagar o sistema operacional instalado no HD (normalmente o Windows).

O PC&CIA Linux é diferente da maioria dos LiveCDs porque não é um sistema Desktop completo, com editores de texto e aplicativos variados, mas sim um sistema operacional simples, funcional e de fácil utilização para o técnico de manutenção. Os programas inclusos no CD são ferramentas para testar e diagnosticar problemas no computador e facilitar a vida do profissional do ramo da manutenção. Ou seja: você usa ele como um disco de BOOT, resolve seu problema e reinicia o computador novamente no sistema instalado.

Ao inicializar o CD, ele procura todos os dispositivos instalados no seu computador e carrega os drivers automaticamente. Há utilitários que lhe permitem navegar por todos os componentes do seu hardware e descobrir exatamente o modelo de cada placa instalada. Ainda na área da auto-detecção, ele reconhece as partições dos seus HDs e oferece uma maneira simples de trabalhar com elas, permitindo que você faça backup de arquivos importantes. O suporte a PenDrives (aqueles chaveirinhos USB com memória flash) é completo, basta conecta e usar.

A interface gráfica foi escolhida e configurada para ser parecida com o Windows, pois sabemos que a maior parte dos profissionais que trabalham no ramo de manutenção ainda não teve tempo de aprender Linux. Não é necessário nenhum tipo de perícia com o sistema do pingüim pois todos os ícones foram colocados de forma a facilitar a vida do usuário. Os programas escolhidos possuem operação idêntica aos disponíveis para Windows, e acreditamos que ninguém sentirá dificuldade de operar o LiveCD.

ELE NAO TEM INSTALADOR. FOI FEITO PARA SER UM CD DE MANUTENÇÃO, semelhante a um disco de BOOT.


Veja o que o PC&CIA Linux tem a oferecer?

- Interface bonita e fácil de usar
- Navegador de Hardware
- Particionadores
- Clonadores de disco
- Reconhecimento automatico de pendrives e discos rígidos
- Recursos para backup de sistema
- Gerenciador de arquivos de fácil manuseio
- Gerador de matrizes para teste de monitor
- Softwares para Burn-In de processadores
- Softwares de estresse de hardware
- Monitoramento de temperatura
- Testador de memórias
- Softwares para monitoramento de redes
- Scanner de portas de rede
- Sniffer de pacotes TCP
- Navegador de internet
- Bookmarks para os principais sites de drivers
- Cliente FTP
- Suporte a som e MP3
- Softwares VoIP
- Restauração automatica de sistema
- Disco de BOOT DOS rodando diretamente do CD
- Detecta automaticamente seu hardware.
- Roda direto do CD! Não deixa rastros no seu sistema.

Nome: PC&CIA Linux
Fabricante: N/A
Estilo: Sistema Operacional para Manutenção
Sistema Operacional: Linux
Ano de Lançamento: 2007

Um processador 300 MHz ou mais avançado
128 MB de memória RAM
Unidade de CD-ROM ou DVD-ROM
Monitor VGA ou de resolução superior
Microsoft Mouse ou dispositivo apontador compatível

Tamanho: 182 MB
Formato: Iso
Facilidade de uso: 10
Interface Gráfica: 10
Nº de mídias: 1
Idioma: Portugues Br

Megaupload

terça-feira, 15 de junho de 2010

Tira-Dúvidas: Linux

Hoje é o dia de responder dúvidas relacionadas ao sistema operacional Linux

O Tira-Dúvidas de hoje é composto por perguntas envolvendo o sistema operacional Linux. Entre os temas abordados, vamos falar sobre antivírus, máquinas virtuais, conectividade com a Internet, utilização de LiveCDs, etc.

Ubuntu e o Laptop Acer Aspire 9410


"Olá, tenho um Laptop Acer Aspire 9410, tenho dúvidas se ele é compatível com o Linux. Ganhei um Ubuntu, mas tenho dúvidas se devo instalar o SO.
Em caso de compatibilidade, poderiam me indicar um passo a passo? Grato"


Cleiton Rocha Oliveira

Olá Cleiton, sobre o Acer Aspire 9410, após algumas pesquisas, concluímos que ele é totalmente compatível com o Ubuntu. Logo, esta distribuição pode ser instalada em sua máquina. Sobre o Ubuntu, nós temos um guia de uso bastante completo, que mostra sua instalação passo-a-passo. Apesar do texto ter sido desenvolvido primeiramente para desktops, o Ubuntu pode ser instalado da mesma maneira em seu Acer Aspire 9410.


Antivirus Avira no Linux

"Olá, acabei de baixar o Ubuntu no Baixaki. Instalei e gostei bastante mas tenho uma duvida: como instalar o antivírus Avira no Linux? Caso vocês expliquem de uma forma fácil para os leigos eu agradeço."

Leandro Alves

Avira LogoO sistema operacional Linux, incluindo o Ubuntu, já é bastante seguro por natureza. Por isso, o uso de um antivírus em computadores comuns não é um requisito obrigatório, visto que o perigo de pegar um vírus é muito baixo. Já em servidores, a instalação de uma proteção extra é uma boa pedida.

Mas voltando a pergunta, a instalação do Avira é muito simples, não exigindo nenhuma configuração especial. Caso você ainda não o tenha baixado no seu computador, acesse este link em nosso próprio site.

Após o download, abra um terminal de sistema (Xterm, Konsole, ou Consola) e descompacte o arquivo baixado com o seguinte comando:

$ tar -xvvzf antivir-workstation-pers.tar.gz

Em seguida, entre na pasta resultante e execute o arquivo com a seguinte instrução:

$ sudo ./install

Durante a instalação, várias opções podem ser configuradas. Caso você não saiba o que elas significam, basta apertar “Enter” em cada pergunta. Quando o processo terminar, o Avira estará pronto para ser usado.

Linux e máquinas virtuais

"Olá, parabéns pelo novo serviço. Era uma necessidade e tanto dos usuários, e que agora está para ser suprida.
O que acontece se eu "rodar" em um drive virtual a imagem ISO de uma distribuição Linux? A distribuição irá apenas "rodar", como um CD de boot, ou a distribuição será instalada (em alguma partição)? Isso depende da imagem da distribuição?

Abraços, sucesso e obrigado."


Rogério CRR

Olá Rogério, estamos contente que você esteja gostando desta nova sessão. A princípio, um dos principais objetivos de uma máquina virtual (VM) é fazer com que o sistema emulado funcione de maneira mais fiel possível ao modo real. Assim, se uma distribuição Linux qualquer trabalha no formato LiveCD, ela também não precisará ser instalada na máquina virtual.

Como exemplo, podemos citar o Ubuntu, que roda inicialmente como LiveCD dentro de uma Virtual Machine. Caso você desejar, também poderá instalá-lo no drive virtual.

Fedora rodando em máquina virtual


Vale a pena lembrar que o disco virtual é visto como um único arquivo para o sistema operacional “real” do computador. Por isso, o seu particionamento afeta somente o sistema emulado na máquina virtual. Assim, as VMs, como o VirtualBox, são uma boa opção para quem não quer particionar o disco rígido real.


Internet discada no Linux


"Olá galera do Baixaki!!!!
Sou novato na área Linux... Tenho muita vontade de aprender Linux! Instalei o Ubuntu em dual boot com o vista, só que não estou conseguindo configurar minha Internet discada. No vista, o nome que aparece para o modem é PCI softV92 (Conexante). Conto com a ajuda de vocês para conseguir configurar e conectar a net!!!!
Obrigado!
PARABÉNS PELO SUCESSO!!!!!!!!!!!!!"


Junior Rodrigues

Primeiramente, agradecemos pelo seu reconhecimento, Junior. A instalação de Modems discados (os famosos Softmodems) no Linux é realmente um grande problema. Praticamente todos os Fabricantes, incluindo a Conexante, só desenvolvem drivers confiáveis para Windows. Quando alguma versão é lançada para Linux, normalmente ela foi somente testada numa distribuição e kernel específico. Logo, muitos problemas de compatibilidade acabam aparecendo. Já ouvi falar de casos que modem se conectaram somente a 14 KB/s!

Os desenvolvedores do Ubuntu nunca foram muito foi muito “fãs” de modems discados, visto que vários fabricantes proíbem que pessoas de fora desenvolvam drivers para seus produtos.

Por isso, a solução mais simples para o problema é a instalação de um modem banda larga conhecido, como o DS-Link. Atualmente, já é possível encontrar serviços de Internet rápida a menos de 50 reais mensais, de qualidade muito superiores comparado com a net discada.


Fazer Boot por LiveCD

"Olá equipe Baixaki.
Eu estou com uma duvida: baixei o Linux Kurumin mas queria usá-lo sem precisar instalar e sem abrir mão do XP. Logo, como eu faço para rodar ele direto do CD?
"

Flavio Silva

Então Flavio, o primeiro passo é obter uma mídia CD-R ou CD-RW virgem, incluindo um programa para a gravação da imagem .ISO. Entre os mais usados, recomendamos o Nero ou o CDBurner XP.

Iniciando o sistema por LiveCD


Após gravar a imagem no CD, como está descrito nos links acima, reinicie o seu computador. Na primeira tela exibida após a reinicialização, é necessário entrar no “menu de Boot”, através de uma tecla específica para esta tarefa. Em grande parte dos Pcs, esta opção pode ser acessada pelas teclas “ESC” ou “F12”. Se por algum acaso você não conseguir entrar no Menu, procure no manual de sua placa mãe mais informações de como fazer isso.

Uma vez no Menu de Boot, selecione a opção referente ao CDROM e aperte enter. Em seguida, se a versão do Kurumim for atual, escolha o opção: “Testar o Ubuntu NG sem mudar nada no computador. Se for uma versão mais antiga, simplesmente pressione “Enter”.

Finalmente, uma interface gráfica irá se abrir no seu desktop, permitindo que você use o Ubuntu direto do CD sem mudar nada no computador. Esse processo funciona também para a grande maioria das distribuições que funcionam por LiveCD.


Instalação de programas no Ubuntu

"Preciso muito da ajuda de vocês. Semana passada troquei meu Windows pelo bom Linux. Consegui instalar o Ubuntu 8.10 no meu computador. Fiquei muito contente, mas não tenho a mínima ideia de como instalar programas programas nele. Baixei o K-3b e não sei como instalar. E como faço para instalar codecs nele? Outro problema é que não tenho acesso a Internet em casa, tenho que ir a uma Lanhouse. Por favor, me ajudem!"

Maydson

Caro Maydson, existem várias maneiras simples de instalar um programa no Ubuntu. Abaixo, vamos explicar os três modos mais usados, tomando o k3b como exemplo:

  1. Pacotes .DEB: ao instalar programas no Ubuntu, procure por pacotes que possuem extensão .DEB, os quais são muito fáceis de serem instalados. Na nossa sessão Linux, muitos programas possuem esse tipo de pacote para download, como o próprio K3B. Uma vez o arquivo .DEB baixado, você pode instalá-lo com um duplo clique.

  2. Synaptic: existe um programa gráfico no Ubuntu chamado Synaptic (Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic), cuja interface é muito simples de ser utilizada. Para instalar o K3B através dele, digite o termo “K3B” no campo de pesquisa. Em seguida, você pode escolher quais pacotes serão instalados em seu computador.

  3. Apt-get: em algum terminal de sistema (como o Konsole, Xterm, Consola, etc.), você pode digitar o s seguintes comandos:
    $ sudo apt-get install nome_do_programa
    Em nosso caso:
    $ sudo apt-get install k3b

Sobre os codecs, a melhor opção é instalá-los pelo Apt-get:

$ sudo apt-get install gstreamer0.10-ffmpeg gstreamer0.10-pitfdll
gstreamer0.10-plugins-ugly gstreamer0.10-plugins-ugly-multiverse gstreamer0.10-plugins-bad gstreamer0.10-plugins-bad-multiverse gstreamer0.10-sdl mozilla-mplayer mplayer-fonts msttcorefonts cabextract libdvdread3 ffmpeg


Para usar o Synaptic e o Apt-get, é necessário possuir uma conexão com a Internet no computador, de preferência banda larga, como foi explicado na pergunta do Junior. Quem realmente não tem como usar Internet em casa, pode baixar os pacotes .DEB em lan houses. Contudo, este método é muito mais trabalhoso que os anteriores, pois, caso uma dependência esteja faltando, você terá que voltar na lan house.


A história do Linux

Saiba como tudo começou: desde a ideia até o acabamento deste sistema operacional de código aberto.

Hoje o Linux é um dos sistemas operacionais mais conhecidos da atualidade e conta com uma série de distribuições mundo afora. Mas você sabe como tudo começou? Abaixo o Baixaki conta brevemente a história do sistema, iniciando pelo gênio por trás da obra.

Quem foi Linus Torvalds?

Linus Torvalds nasceu em 28 de dezembro de 1969 em Helsinki na Finlândia e sua família era uma das poucas cuja linguagem adotada como principal era o Sueco ao invés do Finlandês. Embora fosse filho de jornalistas, Linus começou a demonstrar seu interesse pelo “mundo geek” cedo, obtendo sempre grande destaque em campos como a Matemática e Física.

Em 1988, Linus ingressou na Universidade de Helsinki no curso de Ciências da Computação. Após montar um computador no qual passou a adotar o Minix (um sistema operacional baseado no Unix, porém gratuito). Devido a observar as dificuldades deste sistema (especialmente com relação ao uso de terminal para conexão), Linus resolveu criar um programa para a emulação de terminal que funcionasse independente do Minix.

Como o programa de emulação mostrou-se mais satisfatório do que o esperado, Linus começou a pensar que outras carências do Minix poderiam ser supridas. É nesse ponto que a história principal deste artigo começa. Antes de entrar em uma das maiores obras de Linus, vamos concluir este breve resumo de sua biografia.

Linus em uma conferência no ano de 2002.

Em 1993, Linux conheceu Tove Monni, uma estudante que mandou um email convidando-o para um encontro. Posteriormente, eles se casaram e tiveram três filhas. Em 1997, mudou-se com sua família para a Califórnia quando aceitou uma posição na empresa Transmeta na qual permaneceu até junho de 2003.

Ainda em 2003 Linus começou a trabalhar em conjunto com a Open Source Development Labs (OSDL), um consórcio criado para promover o desenvolvimento do Linux, para concentrar-se exclusivamente neste kernel.

As origens: por que o Linux foi sequer pensado?

Em 1991, com relação aos sistemas operacionais, você tinha poucas escolhas. O DOS exercia sua soberania absoluta com relação aos computadores pessoais, até por uma questão de falta de escolha. Por mais que os Macs existissem seus preços eram astronômicos, fato que tornava quase impossível a aquisição de um deles para um usuário final.

Além deles, havia o Unix que certamente era ainda mais caro do que um Mac e adotado quase exclusivamente por grandes empresas. Nessa altura, o código do Unix, que uma vez foi utilizado como material de estudo em universidades, já se encontrava proprietário e não mais para conhecimento público.

Nesse clima, um professor holandês chamado Andrew S. Tanenbaum criou um sistema operacional baseado no Unix, o Minix. Montado para funcionar com a linha de processadores Intel 8086. Como primariamente, o Minix tinha objetivos acadêmicos (o ensino do funcionamento de um SO em universidades), ele estava longe de resolver todos os problemas de um usuário final, porém seu código-fonte era disponibilizado por Tanenbaum.

Inicializando uma distribuição do Linux

Nesse ponto da história, o estudante Linus Torvalds, frustrado com as carências do Minix começou a idealizar como seria bom ter um SO que, além de gratuito, pudesse efetuar tarefas como emulação de terminal e transferência e armazenamento de arquivos. Então, em 25 de agosto de 1991, Linus anunciou por meio de um email na Usenet (a Unix User Network) que estava desenvolvendo um sistema operacional.

O famoso email relata que ele estava criando um sistema operacional desde abril do mesmo ano, porém que não intencionava torná-lo uma coisa realmente grande e profissional como o GNU (SO de código aberto baseado no Unix), sendo mais um hobby. Ele pedia sugestões e críticas porém dizia que talvez sequer chegasse a implementá-lo de fato.

Linus pretendia chamar sua criação de “Freax”, porém trocou para Linux ao aceitar esta sugestão de um de seus amigos.

E nasce o novo sistema

O simpático mascote do Projeto GNUNa mesma época (1991), estudantes do mundo todo que se interessavam por informática, e compartilhavam os ideais de que os programas deveriam ser livres para o uso e melhoria por todos, foram inspirados por Richard Stallman e seu projeto GNU (acrônimo recursivo para GNU is not Unix). O projeto de Stallman, em poucas palavras, era um movimento que visava a fornecer software livre com qualidade.

Ainda neste ano, o projeto GNU havia criado uma série de ferramentas úteis para programadores e estudantes, porém seu sistema operacional propriamente dito ainda precisava de um kernel. Este núcleo, batizado de GNU HURD ainda estava em fase de criação e seu lançamento previsto para alguns anos.

Foi então que Linus libertou a primeira versão de seu sistema, o Linux versão 0.01 em setembro de 1991. Ao contrário do que muitos devem estar pensando, Linus recebeu críticas pesadas de grandes nomes da computação na época, como Tanenbaum, que inclusive citou que se Linus fosse seu aluno não receberia uma boa nota por aquele sistema tão mal arquitetado.

Entretanto, Linus continuou seu trabalho e agora contava com um grande número de colaboradores interessados para auxiliá-lo. Em um próximo passo e utilizando uma ampla gama das ferramentas do GNU (inclusive o próprio sistema de Stallman), o Linux iniciou sua ascensão, licenciado pela GPL (GNU Public License), para garantir que continuasse livre para cópia, estudo e alteração.

Imagens do Ubuntu, uma distribuição do Linux

Com isso, não demorou para que algumas empresas como Red Hat e Caldera compilassem versões do programa (com fins comerciais) e fizessem alterações para deixá-lo mais parecido com o que os usuários estavam acostumados. Entretanto, programadores voluntários mantiveram distribuições gratuitas, como a famosa Debian.

Então, já contando com uma interface gráfica e uma série de melhorias ocorrendo em paralelo, as distribuições do Linux começaram a tornar-se cada vez mais populares entre os usuários.

De um hobby para um sistema poderoso: quase duas décadas de Linux

Como quase todas as previsões de grandes catástrofes apocalípticas costumam estar erradas, não foi diferente com o Linux. Hoje, com quase duas décadas, ele continua sendo um dos sistemas operacionais com o crescimento mais rápido da história. Sem dúvidas, o melhor aspecto deste sistema é que sempre que um novo hardware é criado, há um programador disposto a adaptar o Linux para oferecer compatibilidade.

Com o aumento do suporte para o SO, grandes empresas perderam o receio e passaram a utilizar o Linux em suas máquina. Da mesma forma, com as interfaces gráficas, diversos usuários passaram a adotá-lo por tratar-se de um sistema de qualidade e gratuito.

Tux: o queridinho dos usuários

Há diversas histórias sobre o motivo de ser um pinguim o mascote do Linux. O fato é que no início de 1996 vários colaboradores conversavam sobre um logotipo ou mascote para o sistema na lista de emails do kernel. Após várias sugestões, Linus mencionou de forma descomprometida que gostava de pinguins.

A frase imediatamente finalizou qualquer outro debate sobre o assunto e começaram, então, os esforços para montar o desenho. O nome, a princípio veio da junção (T)orvalds e (U)ni(X), embora muitas pessoas tenham achado que era uma abreviação para “Tuxedo” (terno) por ser “a vestimenta” de um pinguim.

A evolução do desenho do Tux: inicial e atual

Em 1991 Linus lançou a primeira versão oficial do Linux que desde então passou a “pertencer” a todos. Ao contrário de Bill Gates, Linus não virou um bilionário e continua uma pessoa acessível e presente na comunidade de programadores, embora tenha seu nome e obra conhecidos mundialmente.

Transforme seu pen drive em um sistema operacional totalmente funcional e móvel!

Como instalar o Linux em uma memória USB autoexecutável.

O Linux vem se mostrando cada vez mais dinâmico e robusto. Prova disso, são as inúmeras distribuições que não necessitam de muitas configurações para funcionarem perfeitamente, como é o exemplo da distribuição Ubuntu.

Outro fato que mostra como o Linux vem melhorando são os LiveCDs – sistemas operacionais completos, que funcionam perfeitamente e que não necessitam de instalação (e nem mesmo de que seu computador possua HD).

O que as pessoas não sabem, é que você também pode criar sistemas do tipo LiveCD utilizando pendrives! Isso mesmo, você terá um sistema operacional totalmente funcional dentro de um pendrive, e poderá levá-lo para onde quiser e rodá-lo a partir de qualquer computador que disponha de opções para dar boot a partir da USB.

Exemplo de pendrive.


Neste tutorial você irá aprender como instalar um sistema operacional Linux em um pendrive, através do Windows ou do próprio Linux. Se você já é usuário do Linux, aprenda como ter um sistema operacional móvel. Se você nunca mexeu com Linux, faça o teste e veja como é o Linux sem alterar nada em seu computador, pois o sistema do pendrive não altera em nada o HD da sua máquina.

Criando um Live USB

Para transformar seu pendrive em um sistema operacional móvel, você irá usar um programa chamado UNetBootIn. Escolhemos ele por ser muito versátil e intuitivo. Além de possuir a possibilidade de ser utilizado tanto no Windows quanto no Linux, ele possui suporte às mais conhecidas distribuições Linux da atualidade.

Para baixar a versão para Windows, clique aqui. Se você utiliza o Linux, baixe o programa a partir deste link.

O UNetBootIn permite que você crie os Live USBs a partir de imagens ISO que você já tenha em seu computador, ou através de imagens que o UNetBootIn baixa a partir do site do desenvolvedor da distribuição que você deseja.

Se você deseja baixar a imagem a partir do UNetBootIn, selecione a distribuição que você preferir a partir da lista que o programa possui, em seguida selecione a versão. O UNetBootIn seleciona automaticamente a versão mais recente.

UNetBootIn - Fazer Download de Distribuição


Se você já possui uma ISO em seu computador, selecione ao lado de “Imagem”, e em seguida clique no botão ao lado direito para selecionar onde está o arquivo de imagem ISO.


Após ter escolhido a fonte para a criação do sistema Live USB, selecione a letra correspondente ao local onde foi montado o pendrive, e em seguida clique em OK. Agora basta você aguardar, em breve seu Live USB estará pronto.

UNetBootIn - Selecionar Imagem ISO

Configurando seu computador

Para que seu computador inicie o sistema Live USB, você deverá configurá-lo para que procure por dispositivos “bootáveis” pela USB antes de procurar pelo HD. Para isso, você deve entrar no Setup da BIOS pressionando DEL logo após o computador ter sido ligado (o botão para acessar o Setup pode mudar, isso depende do fabricante da placa-mãe do seu computador. Em alguns casos, por exemplo, a tecla de acesso é F10.)

Após ter entrado no Setup, procure por algum menu (em alguns casos é uma opção dentro de outro menu) com um nome parecido com “Boot Priority”. Primeiro, deixe a segunda prioridade de boot (“Second Boot Priority”) igual à primeira (“First Boot Priority”). Em seguida, mude onde indica qual é a primeira prioridade do boot para USB, ou, em outros casos, "Removable". Se houver uma terceira opção, deixe-a como “CD-Rom”.

Feito isso, saia do submenu pressionando ESC. Para salvar as configurações, pressione F10, ou selecione o menu “Save & Exit Setup” (em alguns casos este nome também pode variar).

Pronto! Agora basta você reiniciar seu computador e configurar seu sistema operacional móvel de acordo com suas preferências.

Redes com Windows e Linux?

Como gerenciar uma rede de computadores com sistemas operacionais diferentes

Hoje iremos debater um assunto um tanto quanto curioso: o que fazer quando possuímos computadores de sistemas operacionais diferentes e precisamos que eles compartilhem arquivos ou impressoras através de uma rede?

Atualmente, não é difícil encontrar ambientes de trabalho (e até mesmo ambientes domésticos) onde existam computadores que utilizam sistemas operacionais diferentes, mas que precisam compartilhar um rede em comum.

A grande pergunta que surge quando pensa-se nessas redes é se haverá problemas na comunicação entre esses computadores de sistemas diferentes. Felizmente, existem soluções que permitem que haja harmonia em uma rede com sistemas operacionais distintos.

Uma rede de computadores.

Soluções Para a Rede

Soluções para os principais problemas encontrados em uma rede.

Hoje em dia existem várias soluções para os vários problemas encontrados na hora de montar uma rede. Cada solução vai depender das necessidades da sua rede e de quanto você pretende dispor para investir na rede.

O problema mais comum encontrado quando se trata de montar uma rede (até mesmo quando os computadores da rede possuem o mesmo sistema operacional) é o compartilhamento de arquivos e de impressoras.

Uma das soluções é utilizar dispositivos que são ligados diretamente na rede, o que faz com que não seja necessária a comunicação direta entre as máquinas que possuem sistemas operacionais diferentes.

Interligar Periféricos

Uma solução interessante para quem quer maior autonomia.

Uma rede com vários equipamentos.

Impressoras ligadas na rede

Antigamente as impressoras tinham que ser ligadas diretamente em um computador, o qual seria o servidor para impressão, e se este computador estivesse desligado ou viesse a falhar, toda a rede ficaria sem recursos de impressão.

Mas hoje existem impressoras que podem ser ligadas diretamente na rede através de dispositivos Ethernet (tecnologia para redes mais usada atualmetne), o que torna dispensável a necessidade de um computador como servidor de impressão. Basta você conectar a impressora à rede e ligá-la, e após isso só será necessário fazer a instalação dela nos computadores que fazem parte da rede.

Arquivos armazenados na rede

O mesmo problema da necessidade de um servidor exclusivo acontecia quando queríamos disponibilizar arquivos na rede. Antigamente era necessário um computador exclusivo para armazenar os arquivos a serem acessados pelo restante da rede, e caso este computador fosse desligado a rede perdia o acesso aos arquivos.

Também foram criadas soluções para armazenar arquivos em redes. Essas soluções também dispensam a necessidade de um computador exclusivo para o armazenamento, e fazem uso de dispositivos NAS (Network-Attached Storage), semelhantes a um HD externo, os quais podem utilizar protocolos NFS, CIFS/SMB ou FTP para transferência de dados.

Mas nem sempre compensa desembolsar mais para ter os confortos acima citados. Se a sua rede for doméstica ou se for uma rede empresarial pequena, pode-se simplesmente fazer uso das opções “antigas” - as quais são muito utilizadas e suprem com as necessidades encontradas em redes de sistemas heterogêneos.

Interligar Computadores

Uma solução mais viável para quem quer gastar menos.

Computadores interligados.

Você pode optar por utilizar os próprios computadores interligados na rede para servirem as necessidades da rede. Mas eles irão se enxergar mesmo possuindo sistemas operacionais diferentes? A resposta é Sim!

Alternativas para uma rede heterogênea

Rede de Computadores.

A mais conhecida alternativa para uma rede heterogênea é o software Samba. Ele é o intermediador que faz com que o Linux enxergue redes Windows e vice-versa. Talvez esta seja a melhor solução para tal tipo de rede, pois é prática, fácil e é grátis!

Veja o que a nossa equipe diz a respeito do Samba: “Seu principal uso está na aplicação em servidores que rodam o sistema operacional Linux, com diversas máquinas Windows ou Linux conectadas a ele. Apesar de poderem ser SOs diferentes, a integração entre os arquivos ocorre de uma maneira muito natural..”

O aplicativo Samba possui notável aceitação no mercado, pois apresenta grande robustez, o que proporciona a ele uma alta confiabilidade. Atualmente ele vem por padrão em várias distribuições Linux. O recomendamos não apenas para usuários domésticos, mas também para empresas que tenham interesse em uma solução de baixo custo para redes heterogêneas.

Qual é a melhor solução?

Afinal, qual é a melhor forma de organizar a sua rede?

???

Todas as soluções citadas neste artigo funcionam, o que você deverá levar em conta é se vale a pena investir mais para ter uma rede mais robusta e com mais autonomia, ou se montar um rede usando apenas computadores já não é suficiente para suas necessidades.

Se você pretender montar uma rede doméstica, com poucos computadores, não há a necessidade de se investir mais do que em um hub para a sua rede. Já se você possui uma empresa, e quer que ela possua maior independência entre os arquivos compartilhados e impressoras da rede, analise se haverá mesmo vantagens e invista sem medo.

Uma semana com o Linux

O que um usuário Windows pode esperar ao usar o Ubuntu durante sete dias seguidos.

Era uma terça-feira quando recebi a tarefa de testar meu primeiro programa desenvolvido especificamente para o Linux. Isso aconteceu porque na semana anterior a chefia decidiu que não haveria mais uma pessoa específica para testar os programas que rodam em Linux, ou seja, todos os redatores teriam que fazer essa tarefa. Até aí tudo bem. Fui até o computador e comecei o meu teste.

Minha experiência com o Linux, até então, era quase inexistente. Eu não tinha noção de como instalar um programa nesse sistema. Porém, um pequeno tutorial, criado pela equipe que entende de Linux na empresa, me ajudou a utilizar a Central de Programas do Ubuntu que faz quase tudo sozinho. Assim, instalei o programa e comecei a utilizá-lo.

Os testes foram muito frustrantes. O programa apresentou diversos bugs que tornaram seu uso quase impossível. A associação desse programa com o Ubuntu foi inevitável e saí do computador decepcionado com ambos. Não só pelo fato de o programa apresentar defeitos, mas pelas dificuldades que tive ao navegar pelo sistema naquele momento.

Voltei para meu computador, coloquei meus fones de ouvido e comecei a redigir sobre o que acabara de testar. Quando eu estava na metade do texto, o gerente de conteúdo, Gustavo Bonato Abrão, entrou na sala e começou a falar com todos os redatores presentes no local. Quando retirei meus fones, consegui ouvir apenas a palavra “Linux” ecoar pela sala. Nesse momento, todos começaram a trocar olhares de dúvida. Não consegui conter minha curiosidade e perguntei: - “O que tem o Linux?”.Uma semana com um estranho não me parecia uma boa ideia.

Inexplicavelmente, pelo menos pra mim que não tinha ouvido nada no começo, o Gustavo começou a fazer perguntas sobre minha relação com o Linux. Aparentemente, achei que tinha algo a ver com o programa que havia testado há pouco, pois ele enfatizou a pergunta: - “Você odeia Linux?”.

Bom, eu não odiava, mas também não amava, ainda mais por causa da minha experiência recente. Respondi que era indiferente, pois nunca tive oportunidade de usá-lo por muito tempo.

As perguntas continuaram até que ele resolveu me “castigar”: - “Você usará o Linux por uma semana!”. A sensação de alívio que eu percebi dos outros colegas me fez acreditar que aquilo era realmente um castigo. Em seguida ele me explicou o que deveria ser feito.

A ideia principal da tarefa é mostrar as dificuldades e surpresas que um usuário familiarizado com o Windows (tanto Vista quanto XP) pode encontrar ao conhecer o Ubuntu. Com isso, eu teria uma semana em frente ao Ubuntu para me adaptar a um novo sistema. E assim começou minha jornada.

1º Dia - Instalação do Ubuntu

Como se não bastasse ter que testar funcionalidades, programas, interface e outros itens de sistema, também tive que instalar o Ubuntu Karmic Koala 9.10. Porém, isso não foi tão simples quanto parece, pois recebi a tarefa de ensinar os usuários a instalar o Windows 7 e o Ubuntu no mesmo computador utilizando o sistema de dual boot.

Acredito que muitos usuários que estão lendo este artigo possuem algum interesse em instalar o Ubuntu, mas não querem largar o Windows de imediato. Afinal, não é bom apostar todas as fichas em campo desconhecido, portanto, o artigo de dual boot com esses dois SOs é uma ótima opção. Caso você ainda não atualizou ou comprou o Windows 7, leia este artigo, que ensina a fazer o dual boot com os SOs anteriores, XP e Vista.

A instalação não foi um problema, confesso que a parte mais crítica da configuração do dual boot foi em relação ao particionamento do HD, mas isso não vem ao caso nesse momento.

Linux ou Windows?Quanto à instalação, o Ubuntu precisou de algumas configurações a mais que os usuários do Windows não estão acostumados a configurar. Contudo, basta seguir as orientações de instalação mostradas no artigo de instalação que tudo fica em ordem.

O resto do dia reservei para configurar os dois sistemas operacionais de modo que compartilhassem as pastas de usuário de forma integrada e os testes ficaram para o dia seguinte.

2º Dia - Conhecendo o Ubuntu

O primeiro passo depois da instalação do Ubuntu é a adaptação em relação ao design do sistema. Logo de cara, notamos uma grande diferença em relação à Barra de Tarefas que estamos acostumados no Windows. No Ubuntu existem dois painéis, um na parte de cima da tela e outro na parte de baixo.

Painéis

Apesar de estarem configurados para funções específicas, os painéis podem ser personalizados de acordo com a vontade do usuário. A princípio, procurei não alterar o lugar padrão das janelas e botões, afinal, não faz sentido modificar o design sem ao menos testar a navegabilidade dessa disposição.

Painel superior.

O painel superior contém três menus na lateral esquerda: Aplicativos, Locais e Sistema. Essa separação de menus é bastante intuitiva, pois estes são os principais itens que os usuários procuram ao utilizar o computador. Assim, não é necessário passar por diversos submenus para encontrar o que necessita.

Ao lado dos menus estão localizados os links de programas. Essa característica é semelhante aos sistemas Windows XP e Vista com que já estamos acostumados, portanto, nenhuma novidade aparente. Do outro lado da tela, na ponta direita do painel superior, encontramos a Área de Notificação com as mesmas funções que a do Windows, exceto por um botão que possui as opções de sessão (desligar, reiniciar, efetuar logoff, etc.).

Painel inferior.

O painel inferior é, em grande parte, responsável por organizar as janelas de programas abertos e possui algumas funções adicionais. Na extrema esquerda existe um botão que mostra o desktop e minimiza todas as janelas. Do lado oposto está localizada a Lixeira e um botão que permite alternar entre duas Áreas de Trabalho distintas.

Diferenças percebidas

As configurações iniciais do Ubuntu são bastante fáceis de trabalhar. O usuário pode ter um pouco de dificuldade em se acostumar com a separação de painéis, pois no Windows elas são agrupadas. Além disso, o painel principal fica na parte superior da tela, diferentemente da configuração inicial dos sistemas operacionais da Microsoft.

Como já foi dito anteriormente, o Ubuntu permite que os usuários personalizem os painéis do sistema, assim, é possível unir os dois e deixar o desktop semelhante à do Windows. Contudo, acredito que isso não é necessário, pois o Ubuntu possui uma disposição que se adapta às necessidades da maioria dos usuários.

O segundo dia foi dedicado às possibilidades de configurações de menus. Confesso que me diverti muito com isso, pois tive a oportunidade de testar inúmeras possibilidades de painéis. Se os usuários de Windows mais fervorosos enchem a boca para se gabar de personalizações, o Ubuntu mostra que isso não é uma exclusividade.

3º Dia - Personalização

Antes de começar a navegar pelo sistema e utilizar os programas, resolvi tirar boa parte do expediente para personalizar o Ubuntu como eu costumo fazer no Windows. A princípio, deixei as janelas e botões no lugar padrão do próprio sistema e procurei alterar apenas opções gráficas.

Através do menu “Sistema”, consegui achar as configurações de aparência com bastante facilidade. A janela de temas apresenta diversos modelos com cores diferentes, mas nenhum deles faz mudanças significativas no visual. Assim, resolvi procurar por novos temas online.

Janela de personalização de janelas e botões.

4º Dia - Aplicativos

A primeira coisa que notamos ao acessar os menus do Ubuntu é a organização dos aplicativos. Eles são divididos em categorias que facilitam o acesso a determinado programa. Essa separação permite que o usuário encontre os programas baseado na sua necessidade, e não pelo nome do aplicativo.

A instalação do Ubuntu, além do próprio sistema operacional, também inclui diversos programas que suprem as necessidades básicas dos usuários, como os de edição, visualização, navegação, etc. Nesse dia, resolvi testar alguns desses aplicativos que já estavam instalados.

A classificação que o Ubuntu apresenta no menu de aplicativos me ajudou muito a identificar os programas de que eu necessitava no momento. Alguns eu já conhecia pelo Windows, pois sempre fizeram parte do meu cotidiano, como o Firefox e o Skype. Os outros programas foram mais difíceis de identificar, pois eles não são tão conhecidos quanto os desenvolvidos para Windows.

Aplicativos organizados por categorias.

O Firefox é praticamente o mesmo que usamos no Windows e não reparei nenhuma novidade, o que me deixou bastante à vontade para navegar. Já com o Skype não foi a mesma coisa, o design é mais simples e as funcionalidades do programa são diferentes, porém, nada disso me proibiu de trocar mensagens normalmente.

Nem todos os softwares desenvolvidos para Windows possuem uma versão para Linux. Apesar disso, existem muitos programas que oferecem os mesmo serviços. O Empathy, por exemplo, é o mensageiro padrão do Ubuntu. Ele permite se conectar a diversos serviços de mensagens, entre eles estão o MSN, ICQ, IRC e Gtalk. Contudo, ele é muito simples e não me agradou muito em relação a funcionalidades. Mas ei! Não vamos culpar o Ubuntu por isso, afinal, quem é que gosta daquela versão do Messenger que vem com o Windows XP?

Um dos melhores mensageiros Linux para o MSN.Como eu costumo usar o MSN com frequência, resolvi instalar um mensageiro mais completo: o aMSN. Apesar de não ter uma interface muito atrativa, ele apresentou diversas funcionalidades que me agradaram bastante. Confira nesse artigo uma relação com os melhores mensageiros Linux para o MSN.

5º /6º Dias – A prova real

Reservei dois dias da análise para me dedicar ao trabalho do dia a dia: instalar, testar e escrever sobre os programas. Este seria um teste duplo, pois eu deveria me acostumar com a navegação do Ubuntu e, ainda, ver como os próprios programas para Linux se comportavam.

Agora que eu já conhecia um pouco mais sobre algumas características do Ubuntu, meu trabalho iria fluir mais facilmente. Afinal, desde o primeiro desastre que me trouxe a este artigo, muita coisa mudou.

Central de Programas do Ubuntu

Uma das coisas que mais merecem destaque entre as últimas novidades anunciadas para o Ubuntu Karmic Koala 9.10 é a Central de Programas do Ubuntu. Arrisco dizer que este sistema de instalação é ainda mais simples e explicativo do que o do Windows. Através dele o usuário não precisa fazer configurações avançadas para instalar um programa, pois o processo é feito automaticamente. Desde a pesquisa por novos aplicativos até sua desinstalação.

A Central de Programas facilita a procura, instalação e desinstalação de programas.

Resultados

Os testes ocorreram de forma satisfatória, pois não senti qualquer desconforto com a navegação do Ubuntu, muito pelo contrário. As possibilidades que o Ubuntu oferece ao usuário em relação à personalização do Desktop agrada a gregos e troianos.

A decepção, na verdade, ficou por conta de alguns programas testados que não funcionaram como deveriam, alguns eram “simplesmente” horríveis. Porém, não podemos deixar que isso influencie sobre o Ubuntu, pois até mesmo programas desenvolvidos para Windows possuem falhas.

7º Dia – A despedida

Comecei este artigo com a mente aberta, ou seja, não queria iniciar os testes com um pensamento negativo, como a maioria dos usuários Windows possui sobre o Linux. Afinal, o Windows também possui defeitos.

Tux, o mascote do Linux.Quando me foi passada a tarefa de usar o Ubuntu por uma semana, achei que demoraria para me acostumar com o novo sistema, mas isso não aconteceu. O período de adaptação ocorreu muito rápido, pois as diferenças em relação aos SOs Windows não são tão grandes assim.

A maior razão para eu voltar para um computador com o Windows instalado ainda é a enorme variedade de programas e jogos desenvolvidos para ele. Isso pode parecer pouco, mas a maioria das atividades que desenvolvemos no nosso cotidiano são feitas para Windows e já estamos acostumados com elas.

Existem muitos detalhes sobre o Ubuntu que me surpreenderam, mas não foi possível juntar tudo em um artigo só. Se você já pensou, pelo menos por um breve momento, em experimentar um sistema operacional de código aberto, garanto que o Ubuntu irá te surpreender. Para mais informações sobre suas características, curiosidades, detalhes técnicos e mais personalizações, visite o artigo “Como Usar o Ubuntu“.

Comandos básicos do Linux

Conheça quais são os principais comandos para utilizar o Linux.

Neste artigo serão abordados e exemplificados os principais comandos de modo de texto utilizados no Linux. Se você deseja começar a utilizar Linux, ou se já é usuário do sistema, é interessante saber estes comandos para que, em caso de necessidade, não passe por apuros.

Os Sistemas Operacionais de hoje, incluindo o Linux, são todos (ou quase todos) baseados em interface gráfica, com o uso de janelas e do mouse. Isso faz com que a interação com o usuário seja fácil e rápida, pois é algo visual. O que faz com que mesmo no primeiro contato com um computador, a pessoa já consiga usá-lo sem grandes problemas.

No Linux, raras vezes pode ser que você precise utilizar o sistema em modo texto. Não apenas por necessidade, existem tarefas que podem ser realizadas de modo mais rápido e eficiente quando em modo texto.

Por exemplo, se você desejasse realizar alguma tarefa (copiar, mover ou excluir) com arquivos que possuíssem mesmo nome ou formato, no modo gráfico você seria obrigado a fazer uma busca dos arquivos, ou ainda, teria que encontrar um por um. No modo texto, é possível utilizar filtros para que a tarefa seja executada de forma mais ágil.

Conhecendo o Terminal


Os comandos de linha de texto do Linux são digitados no terminal. No Ubuntu, ele pode ser acessado através do menu Aplicativos > Acessórios > Consola. Também é possível acessá-lo após pressionar ALT+F2 e digitar Terminal.

Comandos Básicos do Linux


Manipulação de Arquivos e Diretórios


cd

O comando “cd” serve para acessar e mudar de diretório corrente. Ele é utilizado para a navegação entre as pastas do computador.
Exemplo: cd /home/baixaki/Desktop – Acessa a pasta correspondente à área de trabalho do usuário baixaki.

pwd

Exibe a pasta atual na qual o usuário se encontra.
Exemplo: Se o usuário baixaki digitar cd ~/ e em seguida digitar pwd, o retorno será /home/baixaki .

ls

Exibe os arquivos que estão dentro da pasta na qual o usuário está no momento.
Para usá-lo basta digitar ls. Existem variações, tais como ls -l, com a qual é possível obter informações mais detalhadas sobre os arquivos, como permissões e tamanho.

cp

Copia arquivos – o famoso CTRL+C + CTRL+V. Exemplo:
$ cp Exemplo.doc /home/baixaki/Trabalho/EXEMPLO.doc - O arquivo EXEMPLO.doc foi copiado para a pasta /home/baixaki/Trabalho com o mesmo nome.

mv

O comando "mv" tem a função de mover arquivos. A utilização dele é praticamente igual a do comando cp. Exemplo:
$ mv MV.txt /home/baixaki/Trabalho/MV.txt - O arquivo MV.txt foi movido para a pasta /home/baixaki/Trabalho com o mesmo nome.
$ mv MV.txt VM.txt – O arquivo MV.txt continuou onde estava, porém, agora possui o nome de VM.txt.

rm

O "rm" tem a função de remover arquivos. Tome cuidado ao utilizá-lo, pois caso você remova algum arquivo por engano, o erro será irreversível.
Exemplo: rm /home/baixaki/Arquivo.txt – O arquivo Arquivo.txt localizado na pasta /home/baixaki foi deletado.

rmdir

Este comando tem a função de remover diretórios vazios. Exemplo: rmdir TESTE – Neste exemplo, o diretório vazio TESTE foi removido do local onde o usuário se encontrava.

Também é possível remover diretórios através de uma variação do comando rm: rm -r. Neste caso, o comando rm -r TESTE realizaria a mesma tarefa, porém, o diretório não precisa estar vazio.

mkdir


Enquanto o rmdir remove, este comando cria diretórios.
Exemplo: mkdir DIRETORIO – A pasta DIRETORIO foi criada no local onde o usuário se encontrava.

Outros Comandos

cat

O "cat" exibe o que há dentro de determinado arquivo. Ele é útil quando deseja ler ou exibir um arquivo de texto.
Exemplo: cat TEXTO.txt – Exibe o conteúdo do arquivo TEXTO.txt

file

Este comando informa qual é o tipo de arquivo que foi digitado como parâmetro.
Exemplo: file TEXTO.txt – Retorna a informação que é um arquivo de texto.

clear

O "clear" serve para limpar a tela do terminal. O mesmo ocorre quando se pressiona CTRL+L.

man

O comando "man" exibe a função de determinado comando. Ele é muito útil quando não se sabe o que um comando faz, ou quando se pretende aprender mais sobre a sua utilização. Aconselha-se a leitura do manual sempre que houver dúvidas.

Exemplo: man ls – Exibe o que faz o comando ls e quais são suas variações.
man man – Exibe o que o comando man faz.
Para sair do man pressione o tecla “q”.

Por padrão, o man vem configurado para o inglês. No Ubuntu, você pode deixá-lo em português através do comando $ sudo apt-get install manpages-pt manpages-pt-dev , porém alguns comando continuarão em inglês.

Estes são alguns dos principais comandos existentes no sistema Linux. Eles são ferramentas poderosas que podem auxiliar na realização de tarefas, simplificando-as e tornando a execução mais ágil. Contudo, há muito mais, portanto, quanto mais você conhecer, maior será sua produtividade com o Linux.

Apoio: Baixaki

Linux: como compartilhar impressoras entre Linux e Window

Aprenda a compartilhar impressoras em redes que possuem sistemas operacionais Linux e Windows.

Neste artigo, você aprenderá uma dica muito útil para redes que possuem máquinas que utilizam sistemas operacional Linux e outras que utilizam sistema operacional Windows. Como compartilhar a impressora em casos assim? Apesar de parecer uma tarefa difícil de ser realizada, a solução é mais simples do que parece.

Vale ressaltar que a versão Linux utilizada para este artigo foi a Ubuntu 9.04, e que se você estiver utilizando outra versão, alguns detalhes poderão ser diferentes.

Impressora compartilhada entre Windows e Linux

Primeiro caso: instalar impressora do Linux no Windows

No Linux, é necessário que você possua o programa CUPS instalado no sistema. Em várias distribuições, ele vem junto dos programas padrão apresentados pela distro. Mas se este não for o seu caso, faça o download do CUPS neste link. Ou, se você não utiliza o Ubuntu, faça o donwload clicando aqui.

A partir daí, você deverá adicionar algumas configurações ao CUPS. Edite o arquivo cupsd.conf, localizado na pasta /etc/cups/ (esta pasta pode variar de acordo com a distribuição que você utiliza). Você pode fazer isso ao abrir um terminal qualquer e digitar o seguinte comando: sudo gedit /etc/cups/cupsd.conf . Se você estiver em outra versão Linux que não tenha o comando sudo habilitado, digite o comando su - para adquirir permissões de root e em seguida digite gedit /etc/cups/cupsd.conf .

Adicione as seguintes linhas no final do arquivo:

#Listen localhost:631
Listen *:631
Listen /var/run/cups/cups.sock

Em seguida, reinicie o CUPS com o comando sudo /etc/init.d/cupsys restart . Ou, somente /etc/init.d/cupsys restart , com as permissões de root, caso seu sistema não possua o sudo habilitado.

Pronto! A impressora está compartilhada na rede. Basta apenas que você a adicione no Windows. Para fazer isso, abra o gerenciador de impressoras, localizado em Painel de controle > Impressoras e aparelhos de fax. Em seguida, no menu ao lado esquerdo, selecione a opção “Adicionar uma impressora”. Clique em Avançar, e na tela seguinte, selecione a opção “Uma impressora da rede ou conectada a outro computador”.

Adicionar impressora no Windows

Nesta tela, você deve inserir a seguinte linha na opção URL: http://SERVER:631/printers/PRINTER, onde SERVER é o nome do host ou IP da máquina que possui a impresso instalada e PRINTER é o nome da impressora que foi compartilhada.

Segundo caso: instalar impressora do Windows no Linux

Obs: antes de realizar o procedimento, lembre-se de compartilhar a impressora no Windows.

No caso contrário, no qual a impressora está instalada no Windows, e se deseja adicioná-la ao Linux, você deve realizar o seguinte procedimento:

Selecione o menu Sistema > Administração > Impressão. Na janela que será aberta, clique sobre o ícone de adicionar nova impressora, localizado abaixo do menu “Servidor”, e selecione a opção “Windows Printer via SAMBA”, que pode ser encontrado ao expandir o menu “Impressora de Rede”.

Adicionar impressora no Linux

No campo para digitar o endereço da impressora, digite o endereço conforme pode ser observado no exemplo abaixo do campo em branco para a inserção, ou clique no botão “Navegar” e tente encontrar a impressora ao navegar pela rede. Se for pedido um nome de usuário, utilize o nome “guest”, ou “convidado”.

Caso ocorra algum problema, procure alterar as opções na impressora do Windows, desmarcando a opção “Habilitar suporte bidirecional”, na aba “Portas” das propriedades da impressora no Windows.

Pronto! Agora você já sabe como compartilhar sua impressora com outros computadores, seja do Linux para o Windows ou do Windows para o Linux.

Windows & Linux

Qual o melhor sistema operacional? Entre nesta guerra entre usuários de Windows e Linux e ajude nossos fanboys a defender seu sistema operacional favorito!

Adicionando um volume à série Versus do Portal Baixaki, trazemos hoje mais uma das polêmicas discussões do mundo da tecnologia. Quem nunca viu uma ferrenha discussão de usuários sobre qual o melhor sistema operacional? E quando o assunto é Linux e Windows, essa disputa se torna ainda mais acirrada e muitas vezes é levada até o grau de programas específicos para o SO.

Diversos usuários enfrentam-se diariamente em fóruns e conversas do assunto. Os tópicos são os mais diversos, mas argumentos que sempre entram na briga são preço do SO, código aberto e liberdade de uso do Linux, contra a facilidade de uso, maior quantidade de programas e popularidade do Windows.

Como não poderíamos ficar de fora deste grande duelo, reunimos dois usuários ferrenhos que vão defender seus pontos de vista expondo os motivos que os levam a gostar mais de um sistema ou outro.

Conhecendo os lutadores

O tradicional símbolo do WindowsNo canto direito, com o símbolo representando uma de suas principais inovações: o Windows. Lançado no mercado no ano de 1985 com o nome de Windows 1.0, desde a primeira versão, o sistema operacional da Microsoft trouxe para o usuário a possibilidade de uso do mouse (e o próprio acessório inclusive), a abertura de mais de um programa ao mesmo tempo (multitarefa) e uma interface colorida, com ícones e janelas.

O simpático TuxNo canto esquerdo, adotando um simpático pinguim como símbolo e representando a liberdade de uso e distribuição: o Linux. A primeira distribuição tinha o nome de Linux 0.01 e foi lançada em setembro de 1991. Ela trouxe a possibilidade de qualquer usuário fazer alterações em seu código fonte e adaptá-lo às suas necessidades, bem como o direito de redistribuir sua versão.

O Linux tem ao seu lado toda uma comunidade de desenvolvedores para efetuar adaptações e melhorias no sistema além de distribuições para todos os gostos e necessidades.

Round 1: instalação

Instalação difícil

Quando os computadores pessoais começaram a se tornar relativamente populares, não sendo somente um privilégio de grandes instituições o Windows sempre contou com suporte ao usuário para o processo de instalação. Mais especificamente a partir do Windows 95, que já era uma versão mais popular do SO, mesmo utilizando vários disquetes para instalação, o processo era guiado na tela para o usuário.

As etapas contam com instruções sobre a operação e, nas versões a partir do XP, quase tudo é completamente feito na interface gráfica. Há uma previsão do tempo que será necessário para completar o processo e o progresso é exibido à medida que etapas são avançadas. Inclusive a Microsoft oferece algumas dicas exibidas na tela durante a instalação, de forma a fornecer de antemão uma prévia da ambientação que é encontrada pelo usuário no final do processo.

Um dia foi, hoje ela é bem simples

Já nos primórdios do Linux, sua instalação realmente era um processo deveras complexo. Ainda mais se o usuário possuía alguns componentes de hardware “diferentes do padrão” ou produtos com dispositivos fechados (algumas empresas faziam “pacotes” de hardware com drivers muito específicos). Entretanto, hoje a realidade é completamente diferente.

Grande parte das distribuições do Linux são instaladas a partir de um CD de forma simples e rápida, assim como é no Windows. Ele também possui uma barra de progresso para informar ao usuário o andamento do processo que, diferente do Windows, costuma ser bem rápido.

Round 2: drivers básicos

Instalou, agora tem que correr atrás dos drivers!

Realmente, ao terminar de instalar uma distribuição do Linux, você já possui todas as ferramentas básicas para o uso, sem ter aquele frequente problema de sair atrás de CDs com drivers e programas para começar a montar seu ambiente de trabalho.

O Windows costumava terminar a instalação completamente “cru”, fazendo-nos ir atrás das caixinhas de CDs para os dispositivos. Entretanto, com o lançamento do Windows 7, a Microsoft já deu uma boa melhorada nesse aspecto.

O Windows 7 procura eles para o usuário!

Agora, após a instalação, o Windows possui um recurso que reconhece os dispositivos presentes no computador e faz a busca dos drivers para o usuário. Ainda assim alguns podem não ser reconhecidos ou encontrados. Em outros casos, por se tratar de uma versão relativamente recente, pode ainda não ser oferecido um driver compatível.

Round 3: inicialização

O Windows é uma tartaruga!

O processo de inicialização do Linux é muito rápido, mesmo que já tenha se passado algum tempo depois da instalação do SO. Além disso, iniciado o sistema, você já pode usar, não precisa esperar mais tempo por isso.

Somente nas versões mais antigas!

As versões mais antigas do Windows demoravam um tempo considerável no processo de boot e inicialização depois de passado certo tempo de sua instalação. Nesse quesito, o Windows 7 já se mostra bem mais eficiente, inicializando em um período mais curto de tempo do que seus antecessores.

Round 4: utilização

Desde a primeira versão oficial lançada no mercado de software, o Windows trouxe algumas das maiores inovações para os computadores pessoais: a interface gráfica e os periféricos. Os desenvolvedores do SO apostaram na praticidade para o usuário como forma de difusão e popularização do Windows.

O Linux é difícil de usar!!!!

O ambiente encontrado era composto por janelas e menus interativos que atendiam aos comandos do usuário por meio de um periférico (mouse). Além disso, era possível criar ícones e assim ter atalhos para os programas mais utilizados na Área de trabalho.

Windows: interface gráfica desde o início e cada vez mais  elegante

A parte gráfica (de interação usuário-sistema), até hoje é uma das maiores preocupações do Windows e recebe cada vez mais melhorias sem pecar em nada na aparência, que se torna cada vez mais moderna e elegante.

Isso é coisa do passado!

Se você nunca utilizou o Linux e pensa nele como uma telinha preta cheia de letras em verde ou branco, está com uma imagem antiga do sistema. Atualmente, a maior parte das distribuições do Linux e, certamente todas as mais comuns, possui interface gráfica e sistema de menus, assim como o ambiente de Área de trabalho também permite colocação de ícones como forma de atalho.

Interface gráfica do Linux: tão eficiente quanto a do Windows

Além disso, de uma forma geral as informações pessoais do usuário são portáteis no Linux. Caso você precise mudar de distribuição, basta copiar alguns dados da pasta local (“Home”) e copiar na nova distribuição para que todas as suas configurações de usuário sejam mantidas.

Round 5: facilidade para localizar e instalar programas

Em tempos remotos, quando você queria instalar um programa para o Linux, dependendo do que fosse, era bom se preparar para o pior. Com a popularização da internet isso foi parcialmente resolvido, pois você podia procurá-los online e de diferentes fontes.

Central de software FTW!

Hoje, algumas distribuições do Linux contam com uma central própria de software. Após o acesso, basta efetuar a busca pelo programa (por nome ou categoria) e instalá-lo a partir da mesma interface, com apenas um clique. Como nem tudo é perfeito, entretanto, existem programas que não estão disponíveis na central.

Central de softwares do Ubuntu

Com o Windows, é tudo meio à moda antiga: é preciso procurar o programa, baixar e instalar ou executar a instalação a partir de uma mídia disponível. Entretanto, normalmente não há qualquer dificuldade para encontrar aquele que você quer disponível para o SO.

Os programas são fáceis de encontrar e instalar!

Adicionalmente as instalações costumam ser fáceis e contam com instaladores que guiam o usuário durante todo o processo.

Round 6: programas e compatibilidade

Praticamente o único momento no qual você tem sérias dificuldades com relação à compatibilidade de software para o Windows é logo que uma versão nova do SO foi lançada. No caso do Windows 7, mesmo no momento de seu lançamento já havia uma grande quantidade de programas adaptados e desenvolvidos para ele.

Windows tem mais programas e jogos!

Nesse quesito, não há discussão: como a maioria dos usuários de computador utiliza o Windows, as empresas se preocupam em lançar programas que sejam compatíveis com o sistema. Isso é ainda mais perceptível com relação aos jogos, muitos deles sequer oferecem versões para serem executados em outras plataformas.

Dizer que o Linux não tem compatibilidade com programas é o maior argumento dos defensores ferrenhos do SO da Microsoft, porém a realidade já é outra. Como o Linux tem uma grande comunidade de desenvolvedores envolvidos, atualmente há sempre alguém disposto a atualizar ou desenvolver versões de programas para ele.

Nós já temos uma grande variedade de programas

Não se pode mais dizer que faltam programas ou variedade deles para o Linux, embora alguns permaneçam apenas com versões inferiores às existentes para o Windows. Entretanto, o grande calcanhar de Aquiles do SO são os jogos, os quais se possuem pouco ou nenhum suporte e alguns sequer contam com uma versão para o Linux.

Round 7: Personalização

O Linux é completamente personalizável

Absolutamente qualquer coisa pode ser alterada na interface do Linux. De um mero papel de parede ao lugar nos quais os botões são mostrados em uma janela. Se você gosta de efeitos, o Linux também dá um show à parte com suas janelas “maleáveis”, múltiplas Áreas de trabalho que podem ser abertas lado a lado, em cubo, estilo “coverflow”, entre várias outras possibilidades.

Nesse aspecto, o Windows é mais engessado. Até o Vista, mesmo trocar seu tema para um que não fosse oficial era um processo penoso. E, além disso, não havia qualquer certeza de que realmente fosse dar tudo certo no final.

O Windows está bem mais flexível do que já foi.

O Windows 7 trouxe uma grande inovação neste aspecto, com temas que podem ser instalados a partir de poucos cliques e sem sofrimentos. Além disso, eles são automaticamente configurados, dispensando processos manuais de troca. Mesmo temas de terceiros estão apresentando mais compatibilidade e processos menos frustrantes de configuração.

Round 8: segurança e infecções

Você já ouviu alguém falando que pegou vírus no Linux? Após tentar puxar pelas lembranças, deve ter constatado que isso quase nunca ocorre. Existe uma quantidade ínfima de vírus para o SO e, ainda assim, não haveria um que fosse capaz de infectar tanto o Linux quanto acontece com o Windows. Isso ocorre por vários motivos, um deles é o fato de o Linux ter código aberto e várias pessoas arrumando problemas.

O Windows vive pegando vírus!

Isso contribui para que ele apresente um número muito menor de falhas de segurança, o que significa menos brechas a ser exploradas. Outro fato é que o grande alvo de quem desenvolve softwares maliciosos são os usuários e, como o Linux tem menos usuários, torna-se menos atrativo para os criminosos virtuais.

Quase não existe vírus para LinuxAlém dos fatores citados acima, a política de segurança do Linux é um grande diferencial: os programas são executados em modo de usuário e não de administrador. Assim, se acontecesse de um usuário pegar vírus, este não se espalharia pelo sistema, afetando apenas os programas que o próprio usuário instalou na pasta “Home” (na pior das hipóteses), enquanto o sistema permanece intacto.

Uma infecção assim é muito mais fácil de ser eliminada e os danos são irrelevantes. Isso levado em conta, não é difícil imaginar por que a criação de vírus para o sistema é difícil e desinteressante.

Disponibilizamos várias ferramentas de proteção, além de outras várias presentes no mercado.

O Windows é um sistema fechado e com um tempo de resposta para atualizações de segurança menor do que o Linux. Para existir algo nesse sentido, primeiro alguém precisa detectar a brecha no sistema e resolver enviar o problema para a Microsoft. Após receber mais do que uma queixa o suporte procura verificar o que está ocorrendo.

Após a constatação da falha, finalmente se começa a trabalhar na solução. Parando por um momento para pensar, imagine quanto tempo pessoas mal-intencionadas tiveram para agir enquanto todo esse processo é desenrolado. Além disso, o sistema de permissões e segurança do Windows está longe daquele existente no Linux.

O Windows conta com ferramentas para combater e prevenir infecçõesPraticamente todo usuário utiliza o Windows como administrador, pois de outra forma seria quase impossível aproveitar os recursos do sistema. Adicionalmente, o controle de usuário é desativado pela maioria das pessoas por ser incômodo e pouco eficiente. Ainda assim, a Microsoft reconhece que o problema existe e não deixa por menos.

A própria empresa disponibiliza uma série de ferramentas de proteção (antivírus, firewall, etc.) e, várias outras companhias desenvolvem e atualizam bases de dados de programas para garantir a segurança do SO, inclusive com versões gratuitas para tal.

Round 9 : suporte

O Windows tem mais fontes oficiais de suporte!

Se você é um usuário do Windows e tiver problemas técnicos é possível contar com a central de suporte online, por telefone ou guias rápidos de ajuda disponíveis a partir do próprio SO. As versões mais recentes (Vista e Windows 7) também possuem um sistema de verificação do problema. Ao acessar esse recurso, ele automaticamente busca as possíveis causas do problema e apresenta algumas soluções a fim de tentar resolvê-lo.

O Linux tem uma comunidade inteira para ajudá-lo!

O suporte formal para Linux existe, porém normalmente é cobrado, pois é feito por empresas terceirizadas ou donas de distribuições pagas do sistema. Entretanto, por ser um software de código aberto e adotar tal filosofia, como já foi citado em outros tópicos, o que não faltam são programadores e usuários envolvidos no projeto.

Portanto, sempre que você estiver com problemas ou dúvidas, é possível recorrer a um dos milhares de fóruns de discussão do sistema e procurar ajuda de técnicos e outros usuários. Além disso, há pessoas que fazem guias e tutoriais e os disponibilizam para ajudar a resolver dúvidas, fazer configurações, entre outras finalidades.

Round 10: multiusuários

Suporte multi-usuários

O Linux foi desenvolvido para conseguir lidar com acesso concorrente. Ou seja, ele permite que mais do que um usuário esteja conectado no sistema ao mesmo tempo, sem que um deles seja desconectado.

O Windows Server também tem!

O Windows, por outro lado, oferece suporte para operar com um usuário por vez. Embora você possa ter acesso concorrente à base de dados, o sistema em si não consegue suportar acesso simultâneo. Você pode ter mais do que um usuário, mas não em acesso concorrente. Entretanto, se você precisa dessa ferramenta utilizando Windows, é só instalar o Windows Server.

A versão para servidores do Windows oferece suporte completo para multiusuários, embora não seja aquela que costuma ser utilizada em computadores pessoais.

Round 11: preço

O Linux, assim como os softwares do Projeto GNU, foi desenvolvido para oferecer uma alternativa aos softwares proprietários. Ele é um sistema de código aberto e distribuído sob a GPL, ou seja, qualquer um pode obtê-lo, fazer alterações e redistribuir, desde que disponibilize o código.

O Windows é caro!

Embora existam versões pagas do Linux, a grande maioria da distribuições é completamente gratuita e oferece diversas formas para sua aquisição. Você pode efetuar download das imagens muitas vezes na própria página do responsável por ela sem qualquer custo. Adicionalmente, é possível efetuar alterações para adaptá-lo conforme suas necessidades.

Acima de tudo, você tem a liberdade de repassar uma distribuição de Linux gratuita para seus amigos sem cometer pirataria de software.

O Windows é um software de código fechado e proprietário. O preço para aquisição de uma versão do SO já foi algo que se pudesse considerar muito caro e complicado para um usuário de computador pessoal. Embora a Microsoft tivesse criado algumas versões mais básicas do XP, por exemplo, o preço continuava elevado.

Existem versões acessíveis!

A partir do Vista, a Microsoft começou a lançar versões com preços mais próximos à realidade de um usuário final brasileiro. Como característica principal, elas possuíam menos recursos avançados e de efeitos (como o Glass, que não está disponível na versão Home Basic do Vista).

Entretanto, com o lançamento do Windows 7, o preço do SO no mercado já está bem mais baixo. Mesmo as versões Premium e Ultimate possuem o valor bem abaixo do que costumava ser anteriormente. A versão básica do Windows 7 pode não ser “extremamente barata”, mas é considerada acessível, mesmo por um usuário de computador pessoal .

Round 12: opinião dos usuários

Nada melhor do que a análise dos usuários para concluir este verdadeiro duelo entre sistemas operacionais. Independente de você levantar a bandeira do Linux ou do Windows deixe sua opinião nos comentários e ajude-nos a descobrir qual é o sistema de seu coração.